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		<title>Elaboração do diploma das Policias Municipais</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 08:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fjcdias</dc:creator>
				<category><![CDATA[PRA]]></category>

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		<description><![CDATA[As polícias municipais (PM) são serviços vocacionados para o exercício de funções de polícia administrativa no espaço territorial do respectivo município. Cabe-lhes fiscalizar o cumprimento das normas regulamentares municipais ou de âmbito nacional que devam ser cumpridas pelos municípios e ainda a aplicação das decisões das autoridades municipais. As polícias municipais cooperam na manutenção da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=116&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">As polícias municipais (PM) são serviços vocacionados para o exercício de funções de polícia administrativa no espaço territorial do respectivo município. Cabe-lhes fiscalizar o cumprimento das normas regulamentares municipais ou de âmbito nacional que devam ser cumpridas pelos municípios e ainda a aplicação das decisões das autoridades municipais. As polícias municipais cooperam na manutenção da tranquilidade pública e na protecção das comunidades locais, em articulação com outras forças de segurança.</p>
<p style="text-align:justify;">Não são, por isso, forças de segurança e não podem substituir a PSP ou GNR. Podem apenas complementá-la no âmbito da prevenção de comportamentos ilícitos. Esta foi a resposta da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Ministro da Administração Interna (MAI), num parecer que pretende pôr fim às dúvidas quanto aos poderes da PM, bem como quanto à sua interacção com as forças de segurança.</p>
<p style="text-align:justify;">As conclusões do Parecer n.º 28/2008 de 12 de Agosto de 2008, publicado na II série do Diário da República n.º 155, passam assim a constituir interpretação vinculativa para todas as entidades sob tutela do MAI, ficando deste modo estabelecido &#8211; por jurisprudência &#8211; que estão vedadas às PM, existentes em 33 municípios do país, as competências próprias de órgãos de polícia criminal. Ou seja, não podem constituir arguidos nem fazer investigação criminal.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem, contudo, algumas excepções. Podem, por exemplo, identificar e revistar suspeitos em situação de flagrante delito “<em>desde que existam razões para crer que as pessoas visadas ocultam armas ou outros objectos com os quais possam praticar actos de violência</em>”. Nessas situações, poderão deter os suspeitos, mas apenas nos casos dos crimes públicos (que não necessitam de queixa para que se proceda criminalmente) ou semi-públicos, devendo entregá-los de imediato à autoridade competente. A sua acção permanece assim limitada.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao terem conhecimento da prática de qualquer crime, compete-lhes também “<em>proceder à apreensão dos objectos</em>” que tenham servido ou estivessem destinados à prática de um crime, que constituam seu produto, lucro, preço ou recompensa, bem como todos os objectos que tenham sido deixados no local do crime e possam servir como prova, segundo o Código do Processo Penal.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda segundo o mesmo parecer, os agentes da PM podem ainda “<em>exigir a identificação dos infractores quando necessário ao exercício das suas funções de fiscalização ou para a elaboração de autos para que são competentes</em>”.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem não acatar essa ordem, pode incorrer num crime de desobediência. “<em>O infractor que tenha recusado identificar-se pode ser detido em caso de flagrante delito pelo agente de polícia municipal para ser apresentado ao Ministério Público e, eventualmente, ser submetido a julgamento sob a forma de processo sumário</em>”, como estabelece a lei e defende este recente parecer da PGR.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a criação das Policias municipais no ano de 2000, havia uma forte possibilidade da Câmara do Porto concorrer também ela, à criação da sua Policia Municipal. Pelo Decreto-Lei nº39/2000 de 17 de Março (<em>Regula a criação de serviços de polícia municipal</em>) e Decreto-Lei nº40/2000 de 17 de Março (Regula as condições e o modo de exercício de funções de agente de polícia municipal) a Policia Municipal do Porto, cria o seu próprio regulamento. É composta pela Dr. Maria(..) – Vereadora, António (&#8230;) – Comandante da Policia Municipal, e Francisco (&#8230;) – Chefe da PSP e outros, que ira desenvolver o próprio regulamento. É-me adstrito a parte de dos direitos e deveres dos Policias Municipais. Aqui faço uma pequena transcrição dos mesmos.</p>
<p align="center">”<em>Artigo xx.º</em></p>
<p align="center"><strong><em>Princípio Geral</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>1- Os membros do corpo de Polícia Municipal são funcionários de carreira e, quando em exercício de funções, serão para todos os efeitos considerados agentes da autoridade.</em></p>
<p><em>2- Os agentes da Polícia Municipal do Porto gozam de todos os direitos e estão sujeitos aos deveres consignados na Constituição e no estatuto geral dos funcionários da administração central, regional e local, sem prejuízo do regime próprio previsto nos Decretos-Lei n.º<sup>s</sup> 39/2000 e 40/2000, ambos de 17 de Março.</em></p>
<p align="center"><em>Artigo xx.º</em></p>
<p align="center"><strong><em>Direito de Acesso e Livre-Trânsito dos Agentes de Polícia Municipal</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>1- Os agentes de Polícia Municipal têm, no exercício das suas funções, o direito de entrar livremente em todos os lugares onde se realizem reuniões públicas ou onde o acesso do público dependa do pagamento de uma entrada ou da realização de certa despesa, dos quais se encontram dispensados.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>2- Os agentes de Polícia Municipal podem, ainda, no exercício das suas funções de vigilância, circular livremente nos transportes urbanos locais, na área da sua competência, desde que devidamente uniformizados e identificados.</em></p>
<p align="center"><em>Artigo xx.º</em></p>
<p align="center"><strong><em>Deveres dos Agentes da Polícia Municipal</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>1- Os agentes de Polícia Municipal devem pautar o seu comportamento pelas regras de boa educação e urbanidade, com absoluta neutralidade política, devendo tratar todos os cidadãos com cortesia, consideração e dignidade, conduzindo a sua acção de forma a conquistar o respeito e a confiança do público, tendo sempre presente na sua actuação o reforço da relação de confiança da Polícia Municipal com os cidadãos.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>2- Os agentes de Polícia Municipal, na sua actuação, devem adoptar um comportamento adequado ao desempenho da sua missão, revelando eficiência, imparcialidade, integridade, dignidade e honestidade, sem discriminar em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica ou condição social.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>3- Os agentes de Polícia Municipal devem opor-se a todas as formas ou tentativas de corrupção, combatendo todas as situações de influência directa ou indirecta da acção policial que visem a obtenção de privilégios ou benefícios ilegítimos, de forma a assegurar uma maior eficácia do cumprimento dos princípios gerais consagrados na Constituição da República Portuguesa, da lei em geral, dos regulamentos municipais e da defesa dos direitos e interesses legítimos dos cidadãos e da comunidade, protegendo-os contra acções violentas, ilegais ou quaisquer actos contrários à lei.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p align="center"><em>Artigo xx.º</em></p>
<p align="center"><strong><em>Normas de Conduta</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>1- No respeito dos princípios constantes do artigo anterior, no exercício das suas funções e fora delas, o agente de Polícia Municipal deve atender às seguintes regras de conduta e relacionamento:</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>a) </em><em>Usar de correcção e urbanismo no trato e na linguagem, procurando auxiliar e proteger os cidadãos, em todas as circunstâncias ou sempre que tal lhe for solicitado, não respondendo a provocações e desacatos, tendo presente que é dever geral, de todos os funcionários e agentes, actuar no sentido de criar no público confiança na acção da administração pública, em especial no que se refere à sua eficiência, zelo, honestidade e imparcialidade;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>b) </em><em>Apresentar-se ao serviço pontualmente e devidamente uniformizado, de acordo com as normas estabelecidas no presente regulamento;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>c) </em><em>Manter uma apresentação cuidada, tratando da limpeza e conservação dos artigos de fardamento, armamento, equipamento ou qualquer outro material que lhe tenha sido distribuído ou esteja a seu cargo;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>d) </em><em>Evitar actos ou comportamentos que possam prejudicar o vigor ou a aptidão física ou intelectual, nomeadamente o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, bem como o consumo de quaisquer outras substâncias nocivas à saúde;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>e) </em><em>Não comer nem beber em público, enquanto se mantiver ao serviço, nem fumar, filmar ou fotografar quando se dirigir a um munícipe;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>f) </em><em>Não praticar, no serviço ou fora dele, acções contrárias à ética, à deontologia funcional, ao brio ou ao decoro do serviço de Polícia Municipal, mantendo sempre uma postura digna;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>b) </em><em>Não se ausentar do lugar onde deva permanecer por motivo de serviço ou por determinação superior sem a necessária autorização;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>c) </em><em>Impedir, no exercício da sua actuação profissional, qualquer prática abusiva, arbitrária ou discriminatória de violência física ou moral;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>d) </em><em>Não criar situações de dependência incompatíveis com a liberdade, imparcialidade, isenção e objectividade do desempenho do cargo através da contracção de dívidas ou assunção de compromissos que não possa normalmente satisfazer;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>e) </em><em>Esclarecer os cidadãos das causas e finalidades da sua intervenção;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>f) </em><em>Não se valer dos seus poderes de autoridade, nem da sua hierarquia para obter benefícios ou para coagir subordinados ou o público em geral;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>g) </em><em>Não utilizar nem permitir a utilização de instalações, armamento, viaturas e demais material afecto à Polícia Municipal em proveito próprio ou para fins estranhos às atribuições próprias, desde que para tal não exista a necessária e competente autorização;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>h) </em><em>Procurar, por todos os meios ao seu alcance, os actos anti-sociais solicitando, se for caso disso, a intervenção das forças de segurança competentes;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>i) </em><em>Cooperar com outras instituições ou seus agentes encarregues da aplicação da lei e da justiça ou que visem a prossecução do interesse público e não interferir no serviço das outras forças de segurança pública, prestando-lhes auxílio se tal for solicitado;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>j) </em><em>Manter os níveis adequados de formação e actualização, sem prejuízo do acesso a recursos de formação disponibilizados pela Polícia Municipal.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>k) </em><em>Deverá desempenhar as suas funções com total dedicação, integridade e dignidade, devendo intervir sempre em defesa da lei, da segurança e bem-estar dos cidadãos;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>l) </em><em>Assumir a responsabilidade dos actos que praticar por sua iniciativa e dos que forem praticados em conformidade com as suas ordens;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>2- Nas suas relações com a hierarquia da Polícia Municipal e com os cidadãos, o agente deverá observar, nomeadamente, as seguintes posturas:</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>a) </em><em>Cumprir com pontualidade, zelo e dedicação os serviços que lhe forem atribuídos, sendo responsável pessoal e directamente pelos actos que na actuação profissional levar a cabo e comparecer sempre que chamado, por motivos funcionais ou circunstâncias especiais o exijam, designadamente em caso de grave alteração da ordem pública, de emergência ou de calamidade;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>b) </em><em>Zelar pela boa convivência, procurando assegurar a solidariedade e camaradagem entre colegas de serviço;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>c) </em><em>Respeitar e agir com lealdade para com os superiores, subordinados ou de igual hierarquia, sujeitando a sua actuação profissional aos princípios da hierarquia e subordinação aos objectivos do serviço;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>d) </em><em>Informar com verdade e imparcialidade qualquer assunto de serviço;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>e) </em><em>Actuar com a decisão necessária e sem demora no exercício das suas funções, quando da sua actuação depender o afastamento de um perigo ou dano grave, imediato e irreparável, em observância dos princípios de oportunidade e proporcionalidade na utilização dos meios disponíveis no pleno respeito pela dignidade humana, devendo o recurso a meios violentos ser precedido de conselho e persuasão para atingir os fins legalmente impostos;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>f) </em><em>Utilizar os meios coercivos que lhe forem atribuídos de acordo com o artigo 83.º, n.º<sup>s</sup> 1 e 2, e desde que fornecidos pelo município nos termos do disposto no artigo 85.º, somente para repelir uma agressão ilícita, actual ou iminente, de interesses ou direitos juridicamente protegidos, em defesa própria ou de terceiros, para vencer a resistência à execução de um serviço no exercício das suas funções, depois de ter feito aos resistentes intimação formal de obediência e esgotados que tenham sido quaisquer outros meios para o conseguir;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>m) </em><em>Opor-se contra qualquer violação da lei e a produzirem-se danos irreparáveis decorrentes da sua violação tem a obrigação de agir utilizando todos os meios ao seu dispor para minorar danos pessoais e patrimoniais eventualmente resultantes, designadamente alertando os infractores para a natureza legal e consequência dos seus actos, bem como informando os seus superiores hierárquicos da situação;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>n) </em><em>Não colaborar com acções prossecutórias ou intimidatórias de pessoas, sem se certificar de que existe uma suspeita fundada do cometimento de um crime tipificado pela Lei Penal ou cometimento de uma infracção de outra natureza legal, assegurando que o princípio da igualdade e da não discriminação em qualquer forma são respeitados por si e pelos colegas de profissão.</em></p>
<p align="center"><em>Artigo xx.º</em></p>
<p align="center"><strong><em>Sigilo Profissional</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sem prejuízo do dever profissional de informar superiormente todas as informações relevantes ao bom funcionamento do serviço, os agentes de Polícia Municipal deverão obrigatoriamente manter sigilo de todas as informações de que tenham conhecimento no exercício das suas funções ou por causa delas, designadamente de informações que possuam sobre dados pessoais de cidadãos.”</em></p>
<p style="text-align:justify;">Pelo facto de me encontrar na altura a chefiar a secção de Licenciamento e Fiscalização de Novas Actividades, coopero também em alguns artigos que passo a transcrever.</p>
<p align="center">“<em>Artigo xx.º</em></p>
<p align="center"><strong><em>Licenciamento e Fiscalização de Novas Actividades</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>1- Competência de licenciamento e de fiscalização quanto às seguintes actividades, nos termos do Decreto-Lei n.º 310/2002, de 18 de Dezembro:</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>a) </em><em>Guarda-nocturno;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>b) </em><em>Venda ambulante de lotarias;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>c) </em><em>Arrumador de automóveis;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>d) </em><em>Realização de acampamentos ocasionais;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>e) </em><em>Exploração de máquinas automáticas, mecânicas, eléctricas e electrónicas de diversão;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>f) </em><em>Realização de espectáculos desportivos e de divertimentos públicos nas vias, jardins e demais lugares públicos ao ar livre;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>g) </em><em>Venda de bilhetes para espectáculos ou divertimentos públicos em agências ou postos de venda;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>h) </em><em>Realização de fogueiras e queimadas;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>i) </em><em>Realização de leilões.</em></p>
<p align="center"><em>Artigo xx.º</em></p>
<p align="center"><strong><em>Outras Competências</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>1- A Polícia Municipal, no exercício das suas funções, é ainda competente para:</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>a) </em><em>Elaborar autos de notícia, com remessa à autoridade competente, por infracções cuja fiscalização não seja da competência do município, nos casos em que a lei o imponha ou permita;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>b) </em><em>Garantir o cumprimento das leis e regulamentos que envolvam competências municipais de fiscalização;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>c) </em><em>Executar coercivamente, nos termos da Lei, os actos administrativos das autoridades municipais;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>d) </em><em>Apoiar e auxiliar os munícipes que em situação de urgência necessitem de auxílio;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>e) </em><em>Verificar a conformidade da utilização de bens ou fruição de serviços prestados com as normas aplicáveis;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>f) </em><em>Verificar as condições de utilização das licenças atribuídas pelos órgãos do município.”</em></p>
<p style="text-align:justify;">Após o “<em>terminus”</em> do trabalho, a Câmara do Porto não concorreu, pois as Policia Municipais de Lisboa e Porto, regem-se por regime especial, conforme o dispôs no artigo 21.º da Lei n.º 19/2004, de 11 de Maio</p>
<p style="text-align:justify;">A revisão constitucional de 1997 introduziu no artigo 237.º relativo à descentralização administrativa uma disposição inovadora, na qual se estabeleceu que «as polícias municipais cooperam na manutenção da tranquilidade pública e na protecção das comunidades locais» Na sequência desta alteração, o legislador veio definir o regime destas novas polícias, estabelecendo que as polícias municipais são serviços municipais especialmente vocacionados para o exercício de funções de polícia administrativa, mas que também cooperam com as forças de segurança na manutenção da tranquilidade pública e na protecção das comunidades locais.</p>
<p style="text-align:justify;">A criação de cada polícia municipal, que não é obrigatória, compete, em cada município, à respectiva assembleia municipal, sob proposta da câmara municipal. A deliberação da assembleia municipal que cria a polícia municipal carece de ratificação do Governo, mediante Resolução do Conselho de Ministros, para que possa produzir efeitos.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 2000 e 2001 foram publicadas 33 resoluções do Conselho de Ministros ratificando a criação, pelos municípios, das polícias municipais.</p>
<p style="text-align:justify;">As Polícias Municipais já criadas por deliberação municipal e ratificadas pelo Governo são as de Albufeira (Resolução n.º 17/2002, de 29 de Janeiro), Amadora (Resolução n.º 138/2000, de 17 de Outubro), Aveiro (Resolução n.º 130/2000, de 12 de Outubro), Boticas (Resolução n.º 30/2002, de 9 de Fevereiro), Braga (Resolução n.º 139/2000, de 17 de Outubro), Cabeceiras de Basto (Resolução n.º 20/2002, de 30 de Janeiro), Cascais (Resolução n.º 131/2000, de 12 de Outubro), Celorico da Beira (Resolução n.º 24/2002, de 2 de Fevereiro), Coimbra (Resolução n.º 135/2000, de 13 de Outubro), Fafe (Resolução n.º 31/2002, de 13 de Fevereiro), Felgueiras (Resolução n.º 32/2002, de 14 de Fevereiro), Figueira da Foz (Resolução n.º 14/2002, de 28 de Janeiro), Gondomar (Resolução n.º 125/2000, de 12 de Outubro), Guimarães (Resolução n.º 133/2000, de 13 de Outubro), Loulé (Resolução n.º 60/2002, de 23 de Março), Lousada (Resolução n.º 87/2002, de 22 de Abril), Maia (Resolução n.º 124/2000, de 11 de Outubro), Marco de Canaveses (Resolução n.º 81/2002, de 12 de Abril), Matosinhos (Resolução n.º 126/2000, de 12 de Outubro), Oeiras (Resolução n.º 136/2000, de 13 de Outubro), Paços de Ferreira (Resolução n.º 128/2000, de 12 de Outubro), Paredes (Resolução n.º 29/2002, de 9 de Fevereiro), Póvoa de Varzim (Resolução n.º 127/2000, de 12 de Outubro), Santo Tirso (Resolução n.º 19/2002, de 30 de Janeiro), Sintra (Resolução n.º 134/2000, de 13 de Outubro), Trofa (Resolução n.º 18/2002, de 29 de Janeiro), Valpaços (Resolução n.º 33/2002, de 14 de Fevereiro), Vieira do Minho (Resolução n.º 25/2002, de 2 de Fevereiro), Vila do Conde (Resolução n.º 129/2000, de 12 de Outubro), Vila Nova de Famalicão (Resolução n.º 34/2002, de 15 de Fevereiro), Vila Nova de Gaia (Resolução n.º 132/2000, de 13 de Outubro), Vila Nova de Poiares (Resolução n.º 23/2002, de 2 de Fevereiro) e Viseu (Resolução n.º 44/2002, de 13 de Março). Existiam já também a Polícia Municipal de Lisboa e a Polícia Municipal do Porto, sujeitas a regime especial.</p>
<p style="text-align:justify;">A polícia municipal depende hierarquicamente do presidente da câmara. Sendo polícias de âmbito exclusivamente municipal, não se permite que os municípios procedam a uma gestão associada ou federada destes serviços municipais.</p>
<p style="text-align:justify;">A articulação da acção da polícia municipal com as forças de segurança com jurisdição na área do município é da responsabilidade do presidente da câmara e dos comandantes dessas forças de segurança.</p>
<p style="text-align:justify;">A competência territorial das polícias municipais coincide com a área do município, não podendo os seus agentes actuar fora do território do respectivo município, salvo em situações de flagrante delito ou em emergência de socorro, quando solicitado pela autoridade municipal competente.</p>
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		<title>Necessidade de uma semanada/mesada e para que serve!</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 07:51:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A semanada ou mesada são um recurso, muitas vezes o único, que podemos usar para regular os desejos e a possibilidade de concretizar os desejos dos filhos, sendo que lhes incute, automaticamente a responsabilidade de decisão. Contudo, a mesada não é uma obrigação nossa, nem sequer é um presente. A mesada tem de ser vista [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=110&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A semanada ou mesada são um recurso, muitas vezes o único, que podemos usar para regular os desejos e a possibilidade de concretizar os desejos dos filhos, sendo que lhes incute, automaticamente a responsabilidade de decisão.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, a mesada não é uma obrigação nossa, nem sequer é um presente. A mesada tem de ser vista como um instrumento de educação financeira dos filhos. É preciso haver um compromisso, bastante atenção e cuidado, caso contrário tem o efeito contrário e mais vale não implementá-la.</p>
<p style="text-align:justify;">Devemos definir para que tipo de consumo a mesada se destina, não devendo apenas entregar o dinheiro aos filhos e esperar que estes o gastem de forma racional.</p>
<p style="text-align:justify;">Do ponto de vista dos filhos, a mesada representa uma espécie de “<em>independência económica</em>”. Isto não significa que esta deva suprimir todas as necessidades da criança/adolescente, mas sim que permita que passem a gerir uma determinada quantia e, com isso, não precisem de pedir dinheiro para os seus gastos. Podem também poupar, investir e planear gastos maiores a longo prazo. Assim, desenvolve-se o espírito de responsabilidade, pois a gestão de uma mesada pode ensinar o quão difícil pode ser fazer o dinheiro render quando não se tem controlo sobre os próprios impulsos de consumo.</p>
<p><strong>Tenhamos sempre em atenção e  evitemos: </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Dar mesada a crianças muito pequenas (menos de 10 anos).</strong> Como elas não compreendem muito bem o valor das coisas, podem gastar tudo de uma única vez e acabar por pedir mais dinheiro aos pais, sem que a lição produza qualquer efeito. O ideal é que a mesada seja dada a crianças que já tenham noção do valor do dinheiro e das coisas que querem comprar. A idade ideal para uma criança receber mesada é por volta dos 10 anos. Caso a criança seja mais nova devemos optar por semanadas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estabelecer um valor muito alto ou muito baixo para a mesada</strong>. Uma criança ou adolescente com muito dinheiro pode ver-se estimulado para um consumismo excessivo, muitas vezes fora do padrão económico da família. Por outro lado, um valor irrisório pode fazer com que ele não se sinta capaz de gerir correctamente o seu próprio dinheiro, não por falha nossa, mas porque o dinheiro não é suficiente para cobrir os seus gastos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Complementar com frequência a falta de dinheiro ocasionada pela má gestão da mesada. </strong>Muitas crianças e adolescentes gastam além da que têm e recorrem sistematicamente aos pais para conseguir mais dinheiro. Se os pais cedem aos pedidos, estes não aprendem a controlar os impulsos e passam a perceber que podem gastar sem limites. Quando isso acontece, a mesada perde a sua função.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Vincular o recebimento da mesada ao desempenho escolar. </strong>Nunca se deve ensinar uma criança ou adolescente a estudar para receber prémios financeiros. O estudo é uma tarefa a que os filhos se devem dedicar pela importância que tem nas suas vidas. Se a criança estuda apenas para garantir a mesada no final do mês, sente-se desobrigada a estudar se, se por algum motivo, a família deixa de ter condições de lhe dar a mesada.</p>
<p><strong>Procure sempre:</strong><strong></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estabelecer o valor da mesada juntamente com o seu filho, deixando claro quais as despesas que o dinheiro deve cobrir e quais serão pagas pelos pais. </strong>Por exemplo: a família pode estabelecer que a mesada deve cobrir o transporte, o lanche e eventuais passeios com os amigos, ficando a cargo dos pais o pagamento das mensalidades da escola e passeios realizados em família. Se os pais quiserem que o filho aprenda a economizar, é importante que haja alguma folga monetária para isso, por menor que seja. Exigir poupança ou mesmo investimento de uma criança ou adolescente com orçamento apertado pode gerar conflitos e a criança ou jovem passarão a associar o dinheiro a conflitos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Analisar qual a periodicidade mais adequada para dar a semanada/mesada.</strong> As<strong> c</strong>rianças mais novas, em geral, têm mais dificuldade em fazer planeamentos a longo prazo e, portanto, em gerir o seu dinheiro num espaço de tempo mais longo. Nesses casos, é mais recomendável que o dinheiro seja dado semanalmente ou a cada quinze dias. Isso ajuda a criança a desenvolver gradualmente maior controlo sobre seus gastos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Negociar aumentos e complementos. </strong>Sempre que o filho pedir um aumento da mesada, é importante que os pais conversem com ele e analisem o motivo do pedido. Que gastos aumentaram? Por que há necessidade de mais dinheiro nesse momento? Caso o filho peça um extra porque o dinheiro acabou, é necessário que se verifique que gastos fizeram com que o dinheiro terminasse antes do planeado. Se houver um bom motivo, como a necessidade de pagar uma despesa não planeada, não veja isso como um problema. Se, no entanto, a falta de dinheiro ocorrer por excesso de gastos desnecessários, é mais saudável que a criança ou o adolescente sinta as consequências dos seus exageros e o extra funcione como um empréstimo e de preferência com um juro simbólico.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valorizar a boa gestão do dinheiro</strong>. O filho deve sentir que os pais estão atentos para a forma como ele gasta o seu dinheiro e que eles apoiam o seu esforço para gastar dentro das suas possibilidades. A experiência de gerir o seu próprio dinheiro ensinará mais à criança e ao jovem do que vários sermões a respeito do assunto. A mesada é uma óptima oportunidade de aprendizagem para toda a família, até mesmo para os pais: não é só a responsabilidade do filho que será desenvolvida, mas também a confiança dos pais no bom senso e na capacidade de controlo dele.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fjcdias.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fjcdias.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fjcdias.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fjcdias.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fjcdias.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fjcdias.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fjcdias.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fjcdias.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fjcdias.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fjcdias.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fjcdias.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fjcdias.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fjcdias.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fjcdias.wordpress.com/110/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=110&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ensinar as crianças a lidar com o dinheiro!</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 07:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fjcdias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As crianças são extremamente curiosas por natureza e estão sempre dispostas a aprender tudo e a experimentar novas situações. O processo de socialização das crianças é, em grande parte, baseado na imitação dos adultos. Como tal, é fundamental ensinar, desde cedo, o valor do dinheiro às crianças. É necessário existir coerência entre o que os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=108&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">As crianças são extremamente curiosas por natureza e estão sempre dispostas a aprender tudo e a experimentar novas situações. O processo de socialização das crianças é, em grande parte, baseado na imitação dos adultos. Como tal, é fundamental ensinar, desde cedo, o valor do dinheiro às crianças. É necessário existir coerência entre o que os pais ensinam e o que fazem.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem inúmeros pontos que é preciso focar para as crianças poderem aprender correctamente o que é e como se utiliza o dinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">A educação financeira deve começar bem cedo. Entre os 2 e 3 anos de idade, já é possível ensinar às crianças várias questões relacionadas com o dinheiro, porque é a partir dessa idade que elas começam a pedir coisas.</p>
<p style="text-align:justify;">Mostrei diferenças aos meus filhos entre o que é caro e é barato. A diferença do que se compra por necessidade e por impulso. Estes foram alguns dos segredos para lhes incutir o uso da habilidade financeira. É nessa fase inicial que podemos fazer com que as crianças compreendam que não se deve desperdiçar dinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Podemos começar com semanadas a partir dos 3 anos, e passar para as mesadas depois dos 10 anos de idade. A mesada pode ser um excelente instrumento para o amadurecimento, mas se for mal doseada, pode transformar-se numa fonte de conflitos. Não se deve vincular a mesada ao cumprimento de tarefas em cada ou ao bom desempenho escolar, nem se deve cortá-la como forma de castigo.</p>
<p style="text-align:justify;">Devemos deixar que eles façam as suas próprias escolhas. Aprender a lidar com dinheiro exige tempo e persistência. É positivo, por vezes, que eles cometam erros, pois irá fazer com que pensem sobre os erros e não os cometam numa fase mais avançada da sua vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde cedo que fiz compreender aos meus filhos que é importante não desperdiçar dinheiro. Incuto responsabilidades nas compras para casa, normalmente feitas nos três supermercados, na Macro, no Continente e no Lidl. São eles que elaboram a lista de compras e na aquisição dos mesmos têm em atenção as coisas caras e baratas. Normalmente a qualidade é discutida entre os quatro.</p>
<p style="text-align:justify;">Aprender a lidar com dinheiro leva tempo e exige persistência. Não nos devemos sentir desanimados se o nosso filho “<em>falir</em>”. Pequenos erros irão ensiná-lo a não cometer outros no futuro.</p>
<p style="text-align:justify;">Devemos resistir à tentação de dar prendas aos nossos filhos a todo instante. Se o orçamento permitir devemos fazer apenas em ocasiões propícias.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fjcdias.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fjcdias.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fjcdias.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fjcdias.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fjcdias.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fjcdias.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fjcdias.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fjcdias.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fjcdias.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fjcdias.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fjcdias.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fjcdias.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fjcdias.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fjcdias.wordpress.com/108/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=108&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Orçamento familiar</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 07:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fjcdias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde muito cedo que o meu orçamento familiar é discutido diariamente, normalmente durante as refeições. Isto ajuda a emagrecer, come-se pouco, porque a fome desaparece ao falarmos do orçamento. De um modo em geral ele é previsto e recriado por mim e pela minha mulher depois de ouvidos os meus dois filhos e com a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=106&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Desde muito cedo que o meu orçamento familiar é discutido diariamente, normalmente durante as refeições. Isto ajuda a emagrecer, come-se pouco, porque a fome desaparece ao falarmos do orçamento. De um modo em geral ele é previsto e recriado por mim e pela minha mulher depois de ouvidos os meus dois filhos e com a apresentação dos seu próprios orçamentos em relação às suas semanadas ou mesadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Para a elaboração do nosso orçamento, normalmente identificamos os gastos do nosso dinheiro, discriminando as despesas fixas (luz, gás, água, transporte, educação). Consideramos as despesas sazonais (reparações e revisões automóvel, regresso às aulas, datas comemorativas, férias da família, etc.). Determinamos as despesas para cada membro da família fazendo uma estimativa anual, e revendo-a periodicamente. Analisamos cada item de despesas e identificamos oportunidades para reduzir. Uma das formas deste controlo é também o pedido de facturas, das aquisições ou gastos de dinheiro. Descriminamos as receitas (salários, lucros de investimentos, etc.) e fazemos um balanço entre as despesas e as receitas. Planeamos as poupanças e os recursos ao crédito, que normalmente apenas utilizamos quando compensa o cartão JUMBO e de preferência em prestações e sem juros.</p>
<p style="text-align:justify;">A gestão do dinheiro está normalmente acondicionada à minha mulher, por uma opção minha. Esta na gestão do plano de gastos opta pelo seguinte:</p>
<p style="text-align:justify;">a)         Dividimos as tarefas e as responsabilidades na gestão das nossas finanças;</p>
<p style="text-align:justify;">b)         Estabelecemos encontros semanais ou mensais para avaliar as finanças;</p>
<p>c)         Estabelecemos sempre objectivos mensuráveis e realistas;</p>
<p style="text-align:justify;">d)         Temos sempre um plano de emergência para qualquer eventualidade, deixando uma parte do nosso rendimento para um qualquer imprevisto;</p>
<p style="text-align:justify;">e)         Deste modo encontramo-nos sempre prontos para enfrentar as alturas de maior concentração de despesas (educação dos filhos, manuais escolares, etc.);</p>
<p>f)         Pomos sempre o restante do nosso rendimento numa solução de investimento;</p>
<p>g)         Investimos nas opções que mais se adaptam ao nosso caso, quer seja um seguro de saúde, PPR ou um crédito;</p>
<p style="text-align:justify;">h)         Não deixamos passar os prazos de pagamento das nossas dívidas. Geralmente o incumprimento destes prazos implica o pagamento de juros de mora.</p>
<p style="text-align:justify;">É extremamente importante que o casal saiba como gerir o orçamento familiar, e para tal podemos começar por fazer um planeamento das despesas mensais, tendo em vista o controlo total dos rendimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">Este planeamento de despesas é extremamente fácil de ser implementado, bastando para tal ter uma folha de Excel, ou mesmo uma folha em branco, onde se inclui todas as despesas. O planeamento das despesas requer apenas um pouco de disciplina.</p>
<p style="text-align:justify;">Devemos planear e implantar um plano de gastos, que deverá ser minucioso em todas as áreas, e de onde constem todos os rendimentos, bem como todas as despesas. Este orçamento irá mostrar-nos o que é supérfluo, o essencial, e indicar-nos-á qual a decisão mais racional que devemos tomar.</p>
<p style="text-align:justify;">A decisão passa por nós e pode concentrar-se nas prioridades e cortar nos custos supérfluos. Algumas despesas não são pagas todos os meses como o seguro do carro, seguros de vida e o IRS, mas deverá ser feita uma previsão, para que haja dinheiro para cobrir todas estas despesas nas datas previstas, evitando assim as multas.</p>
<p style="text-align:justify;">É comum não dar importância aos pequenos detalhes do dia-a-dia, mas estes detalhes, acumulados vão representar uma grande fatia do orçamento. Como tal, devemos tentar economizar nas despesas:</p>
<p style="text-align:justify;">- Da energia eléctrica: utilizar somente a iluminação necessária, apagando as luzes de outras divisões da casa que estejam vazias. Desligar os aparelhos eléctricos, sem pô-los em <em>stand-by</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">- Da água: não deixar as torneiras abertas quando desnecessário (ao fazer a barba, lavar a loiça, ensaboar, escovar os dentes, etc.).</p>
<p style="text-align:justify;">- Do telefone: utilizar somente quando necessário, por períodos breves, tentando utilizá-lo em horários em que as tarifas são mais baixas. Deverá optar sempre por outros meios menos dispendiosos, tal como o correio electrónico ou SMS.</p>
<p style="text-align:justify;">- Do condomínio: estas despesas funcionam quase como um aluguer, por isso devemos analisar bem as condições do condomínio quando pensar adquirir casa. Muitas vezes é apenas apresentado o valor do condomínio fixo, havendo condomínios que incluem taxas extra para manutenção e outras despesas.</p>
<p style="text-align:justify;">Além destas despesas que podem ser previstas mais facilmente, existem outras, de igual importância, que deverão ser pensadas, como é o caso de idas ao dentista, manutenção do veículo, transporte, pagamento de impostos, almoços e outras despesas de menor valor do dia-a-dia.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto cada casal tem a sua forma de lidar com o dinheiro, pois cada membro do casal comporta-se de maneira diferente, quando o dinheiro está em jogo.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem estilos diferentes de lidar com o dinheiro, o que muitas vezes leva a discordâncias e discussões. Normalmente, existe um membro que reflecte mais, quando se trata de gastar dinheiro, e outro mais consumista. Como tal, o casal deve pensar em conjunto quando um dos membros pretende comprar algo, de modo a evitar as discussões que acontecem quando o fazem sem consultar o parceiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Para controlar estes ímpetos e prevenir futuras discussões, devemos definir o perfil do conjugue, e tentar adaptá-lo ao nosso perfil, conversando com ele sobre as motivações das suas decisões ou intenções de compra.</p>
<p>Para poupar adopto o seguinte método:</p>
<p style="text-align:justify;">a)  Aceito os meus erros, os da minha mulher e não me deixo levar apenas pela questão financeira. Aprendo com os erros e partilho com ela as decisões vitoriosas;</p>
<p style="text-align:justify;">b)  Evito andar com muitos trocos, pois assim é mais fácil fugir às pequenas tentações do dia-a-dia;</p>
<p style="text-align:justify;">c)  Minimizo os gastos supérfluos. Normalmente levava apenas um carro, para o trabalho, deixando a minha mulher, o dela na garagem. Hoje em dia optamos por vender um e ficar apenas com o meu. No entanto reduzimos ainda mais, usando os transportes públicos;</p>
<p style="text-align:justify;">d)  Limitei os meus vícios, tal como adquirir revistas de informática, pois pequenos vícios podem tornar-se em maus hábitos. É claro que deixei também de fumar.</p>
<p style="text-align:justify;">e)  Falei abertamente com os meus filhos sobre o orçamento familiar, para que estes tenham conhecimento do que se passa no seio da família.</p>
<p style="text-align:justify;">Solicitei aos meus filhos a elaboração de um plano mensal de gastos, para atribuição de uma semanada, para o Pedro de 7 anos de idade, e mesada para a Susana de 12 anos de idade.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fjcdias.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fjcdias.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fjcdias.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fjcdias.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fjcdias.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fjcdias.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fjcdias.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fjcdias.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fjcdias.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fjcdias.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fjcdias.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fjcdias.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fjcdias.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fjcdias.wordpress.com/106/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=106&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Não vamos fazer nada????</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 09:04:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fjcdias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito bem, diria eu, devemos ficar com a consciência tranquila e esperar que alguém invente uma solução técnica milagrosa. Os meus pais, avós, bisavós, etc., pensavam assim, e como podemos verificar o resultado não foi o melhor. Não podemos deixar a responsabilidade somente nas mãos do governo e das empresas. Cada um de nós tem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=101&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Muito bem, diria eu, devemos ficar com a consciência tranquila e esperar que alguém invente uma solução técnica milagrosa. Os meus pais, avós, bisavós, etc., pensavam assim, e como podemos verificar o resultado não foi o melhor. Não podemos deixar a responsabilidade somente nas mãos do governo e das empresas. Cada um de nós tem de fazer a parte que lhe compete, mas será que fazemos. Realmente vontade até existe muita. Foi feita uma pesquisa pedida por uma rede britânica da BBC, elaborada em Julho do ano transacto (2007) mostrou que 85% das pessoas inquiridas estariam dispostas a sacrifícios para salvar o planeta. No fundo a receita passa por um investimento na tecnologia, com o fim de mudanças nos hábitos das pessoas, pelo que se deve fazer incentivos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><a href="//dissonanciacognitiva.wordpress.com/2008/04/25/ciencia-da-persuasao-6-principios-psicologicos/" target="_blank">O psicólogo Robert Cialdini</a></span></span><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:&quot;">, professor na Universidade Estatal do Arizona e presidente da empresa <em>Influence at Work</em>, nos EUA, afirma que a solução é reeducar as pessoas. Num hotel tentaram que os hóspedes usassem mais de uma vez as toalhas. Afixaram um aviso “ Usar novas toalhas gasta-se energia ao lavar”, mas não surtiu efeito. Bastou que trocassem o aviso para “ A maioria dos hóspedes reutiliza a toalha”, para que houvesse um aumento na ordem de 26% dos hóspedes na reutilização das toalhas. </span><span style="font-size:8pt;color:black;font-family:&quot;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Moral de toda a história, a melhor forma de mobilizar as pessoas para colaborarem com o ambiente é encontrar uma forma de atingi-las individualmente, pois de nada adianta apelar ao senso de colectividade. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E depois de pesquisar, explorar e analisar, todos os temas aqui retratados, mudei o meu sentido, sobre o atrasar o aquecimento global. Deveremos sempre:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">Usar móveis de madeira</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Sim, optar por móveis de madeira é uma atitude louvável. Árvores, para crescerem, transformam o carbono da atmosfera em madeira. Por isso, cerca de metade do peso da madeira é de átomos de carbono, aqueles que poderiam causar o efeito de estufa. O móvel de madeira mantém o carbono que iria para a atmosfera prisioneiro por muito tempo, além disso é usado por muitas gerações. Além disso a madeira é um lixo mais tolerante para o ambiente que outros materiais. As madeiras decompõem-se e deste modo não é criado um Frankenstein para o ambiente. Plásticos, outros derivados do petróleo e demais materiais exigem um processo de reciclagem (quando existe) que pode consumir mais energia e deste modo libertar mais carbono para a atmosfera. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">Colocar o testo da panela</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Faz-me lembrar o conselho da minha mãe para que a comida não arrefecesse. Mas a ciência hoje explica outra vantagem. Se adoptarmos o simples hábito de colocar o testo ou tampa da panela, enquanto aquecemos o café ou preparamos o comer, pouparemos energia. Se a cada minuto que a água ferve numa panela sem testo, cerca de 20 gramas da água evapora-se. Com o vapor vão cerca de 11 mil calorias. Com o poder de conferir calor do GPL, o gás de cozinha é de 11 mil calorias por grama, será preciso 1 grama a mais de gás por minuto para aquecer a mesma quantidade de água. Isto no fundo até pode não parecer nada, numa botija de 13 quilos, mas vamos lá imaginar a potencial desperdício que um simples café super dispendioso sem os devidos cuidados, pode provocar numa população como Portugal. 3,1 toneladas de gás desperdiçado por minuto de aquecimento de água, considerando que cada família portuguesa faça um café por dia. Ou então cerca de 2400 botijas de gás desperdiçadas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">Evitar o plastico e o vidro</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">No supermercado surge-me uma dúvida de que poderei ser um cidadão mais ecológico se adquirir uma bebida numa embalagem de alumínio, vidro ou plástico? O senso comum diria que a latinha uma vez que é quase totalmente reciclável. Mas alguém poderia contra-argumentar que gasta energia demasiada na sua reciclagem. Seria de espantar, tal como me aconteceu, mas pesquisas que fiz, que o vidro, cuja garrafa é reutilizada cerca de 20 a 30 vezes em média, não seja o mais ecológico. Mas é exactamente por causa das idas e vindas no transporte das mesmas, na queima dos combustíveis, que o vidro perde pontos em relação ao alumínio.<span>  </span>Ainda que vivêssemos num mundo ideal, com 100% de reciclagem, o alumínio teria as suas vantagens, pois iria gastar menos recursos naturais e emitiria menos poluentes.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">Tomar banho pela manhã</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Lembra-me os spots da RTP1, evite consumir energia eléctrica no horário de pico. Mas dou-lhes totalmente razão e cada vez mais actuais. Portugal produz actualmente nas hidroeléctricas de Cávado-Lima, Douro e Tejo-Mondego cerca de 10.235.455 megawatts. Esta quantidade é suficiente para o consumo habitual, mas não para picos. Um dos exemplos seria milhões de portugueses a tomarem banho pelas 19h30/20h00. O país seria obrigado a produzir energia através das <a href="http://www.edp.pt/EDPI/Internet/PT/Group/Sustainability/Reports/Ambiente_centrais.htm" target="_blank">termoeléctricas</a></span></span><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:&quot;">, que usam como combustível gás natural, Fuelóleo, Gasóleo, Carvão e Resíduos Florestais que iriam poluir e lançar muito dióxido de carbono na atmosfera. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Imagine-se que se os 10.676.910 de portugueses decidissem tomar banho em chuveiros eléctricos às 19H30. Como cada chuveiro gasta em média 1 kWh em 11 minutos de banho, o país precisava de recorrer às termoeléctricas para a produção de electricidade. Para alterar estes dados basta que tomemos banho fora dos horários de pico, tal como pela manhã, pois ajudaria a diminuir a necessidade talvez de mais termoeléctricas para atender a um consumo mais pontual.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">Pagar as contas online</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Todos nós recordamo-nos dos papéis bancários que recebemos sempre que pagamos as nossas contas. Além de comprovativos de pagamentos significam também mais emissões poluentes, gás metano nos contentores de lixo e de água desperdiçada. Uma conclusão da empresa de consultoria americana <em><a href="http://blog.tudosobreplantas.com.br/2007/07/25/transacoes-on-line-poderiam-salvar-165-milhoes-de-arvores/" target="_blank">Javelin Strategy &amp; Research</a></em></span></span><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> sobre o que representam os extractos, comprovativos de pagamentos e cheques nos Estados Unidos da América. Segundo o estudo elaborado em Junho de 2007, se todos os americanos eliminassem o papel das transacções bancárias, cerca de 2,3 milhões de toneladas de madeira era poupado, ou seja cerca de 16 milhões de árvores. Ok, dirá a logo a Alexandra Resende, e o consumo de madeira não é bom para o aquecimento global, uma vez que a madeira e o papel são pequenos depósitos de moléculas de carbono? Claro que sim, mas o grande problema é que para fazer papel é preciso muita energia e poluição. Se tanto papel não existisse, a emissão de carbono também diminuiria.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">Se possivel pinte o telhado de branco</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">No filme “<em>Uma verdade inconveniente</em>” do Prémio Nobel da Paz, <em>Al Gore</em>, sabe que a cor branca dos pólos reflecte 80% a 90% da luz solar. Se eu pintar o telhado e paredes da minha casa de branco posso fazer com que 90%da luz incidente seja reflectida, uma vez que a tonalidade desta cor reflecte 50% a 90% dos raios solares. As outras cores variam entre 20 a 50%. Com esta teoria ganhamos todos pois, menos calor penetra em casa, pelo que ganhamos em conforto térmico e usamos menos o ar condicionado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">Beba sempre água da torneira</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Vamos esquecer a água mineral. A água “<em>Del cano</em>” nas cidades portuguesas é potável. Gastar dinheiro com a aquisição de água engarrafada é supérfluo e agressivo ao planeta. Além da cara, produz milhões de garrafas de lixo e necessita de ser transportada por veículos poluentes. Se não forem recicladas, as garrafas de plástico demoram 110 anos a degradarem-se. Além disso, o processo para transformar resina em garrafas e o transporte até à nossa casa, consomem combustível e geram poluição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Terei de admitir aqui que a minha atitude mudou bastante, em relação ao ambiente, depois e durante a realização deste trabalho. Direi como diz <em>Cialdini</em>, fui reeducado por mim mesmo. Claro que de uma forma delicada contribui para poupar alguns euro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"></span></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fjcdias.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fjcdias.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fjcdias.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fjcdias.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fjcdias.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fjcdias.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fjcdias.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fjcdias.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fjcdias.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fjcdias.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fjcdias.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fjcdias.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fjcdias.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fjcdias.wordpress.com/101/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=101&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Uma possível solução</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 08:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fjcdias</dc:creator>
				<category><![CDATA[PRA]]></category>

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		<description><![CDATA[Defendida por Ted Nordhaus e Michael Schellenberger, os chamados pós-ambientalistas americanos! Os dois revolucionaram o mundo dos ecologistas em Outubro do ano de 2007, com a edição do livro Break Through: From the Death of Environmentalism to the Politics of Possibility (“Break Through: Da morte do Ambientalismo para a Política da Possibilidade”). Por breves palavras, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=98&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Defendida por <em>Ted Nordhaus</em> e <em>Michael Schellenberger</em>, os chamados pós-ambientalistas americanos! Os dois revolucionaram o mundo dos ecologistas em Outubro do ano de 2007, com a edição do livro <em>Break Through: From the Death of Environmentalism to the Politics of Possibility</em> (“<em>Break Through</em>: Da morte do Ambientalismo para a Política da Possibilidade”). Por breves palavras, eu não irei deixar de andar de carro, porque daqui a alguns anos, ele mover-se-á a álcool, produzido a partir de uma planta qualquer ou a electricidade. Ok! Mas essa electricidade não virá das poluentes fábricas industriais de carvão e petróleo, que são responsáveis por 25% das emissões de CO<sup>2</sup> do mundo, mas sim, de fábricas industriais que captam a energia solar, eólica ou de hidrogénio. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A nova receita para salvar o mundo, dizem cá estes senhores <em>Ted</em> e <em>Michael,</em> é investir com vontade nas novas tecnologias. Algumas foram efectivamente inventadas, mas precisam de se aproximar do “economicamente atraentes”. Outros desafios para diminuir o impacto negativo do homem no ambiente, resultam em pequenas revoluções tecnológicas. De uma forma ou de outra é preciso muito dinheiro para obter grandes avanços num curto espaço de tempo que temos. Após algumas contas fizeram até um orçamento para os Estados Unidos da América, como um dos maiores poluidores do mundo, num total de 300 bilhões de dólares em apoio a pesquisas, nos próximos 10 anos. Isto seria o equivalente em valores, a um novo projecto <em>Apollo</em>, iniciativa americana que colocou o homem na Lua em apenas 8 anos e teve como produto final as tecnologias que hoje usamos. Várias empresas alteraram o comportamento para a redução de custos e em segundo plano ajudar o ambiente. Reciclam os dejectos orgânicos em combustível no seio de mini fábricas; vários centros comerciais trocaram os urinóis e descargas de sanitas, por outros modelos de consomem 3 litros de água por descarga (cerca de 5 vezes menos que os modelos domésticos).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Estes avanços tecnológicos pontuais são louváveis, mas para mudar o rumo do planeta é preciso fazer investimentos mais ambiciosos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">O Desafio das novas tecnologias</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Em primeiro lugar, vamos aos combustíveis. Com a esperada seca das reservas de petróleo, parece que o álcool combustível (etanol), veio efectivamente para ficar. Um motor a álcool chega a emitir menos de metade (56%) de poluentes na atmosfera em comparação com um a gasolina. Hoje com a fabricação de veículos (que aceitam álcool ou gasolina) é visto como um modelo sustentável. Vejamos em questão de custos os autocarros dos STCP no Porto. Mas por exemplo temos a realidade nos Estados Unidos que é a situação do milho, bastante utilizado para a obtenção do etanol. De acordo com algumas pesquisas, consome mais energia para ser produzido do que é capaz de gerar. Além disso, o milho é utilizado como comida e o seu emprego como combustível fez com que alguns produtos alimentícios ficassem mais caros, em 2006 no mercado americano, actual maior produtor e consumidor deste cereal. A solução seria, então, na obtenção de álcool a partir da quebra da molécula de celulose, presente em todas as plantas. <em>Lee Lynd</em>, professor da Universidade de <em>Dartnouth</em> e um dos pioneiros neste tipo de pesquisa. Numa entrevista à revista <em>Wired</em>, afirmou que no prazo de 5 anos todas as duvidas que dificultam a conversão da biomassa de celulose, em etanol ficavam prontas, desde que haja investimento de dinheiro nas pesquisas. Com o olho no futuro, a <em>Bristish Petroleum</em> (BP), uma das bilionárias empresas da Europa exploradoras de petróleo, fez uma doação de 500 milhões de dólares, para um programa de pesquisa sobre álcool extraído da celulose.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">A força do vento</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Há pelos menos 20 anos que a energia solar é chamada de energia do futuro. O grande problema, é que no processo de utilização da energia solar, em que as células semicondutoras de silício absorvem parte da luz solar, existe pouco aproveitamento da energia. Funcionando apenas melhor, quando usada imediatamente (máquina de calcular, com energia solar).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Por enquanto, a energia solar mostra-se inviável para a produção em larga escala. As células são espessas, caras e ocupam muito espaço, além de só produzirem electricidade durante o dia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Cientistas da Universidade do Novo México (EUA), usam a nanotecnologia (A nanotecnologia é a capacidade potencial de criar coisas a partir do mais pequeno, usando as técnicas e ferramentas que estão a ser desenvolvidas nos dias de hoje para colocar cada átomo e cada molécula no lugar desejado. Se conseguirmos este sistema de engenharia molecular, o resultado será uma nova revolução industrial. Além disso, teria também importantes consequências económicas, sociais, ambientais e militares.) para criar uma espécie de filme que têm células que captam a energia solar e são tão finas que podem ser aplicadas como tinta, reduzindo o espaço necessário para a implementação de um sistema deste modo. Outra tentativa, que ficará pronta em 2013 e as fábricas solares em Espanha. Serão utilizados 624 espelhos para reflectir a energia solar e aquecer água. O sistema funciona como uma termoeléctrica comum: o vapor de água quente movimenta as turbinas, que geram electricidade. O sistema abastecerá as 180 mil casas de Sevilha e será projectado para atender outras cidades europeias.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A energia eólica parece tão atraente quanto a solar. Afinal, vento para movimentar as turbinas é coisa que não falta. Mas o seu potencial é bem maior para grande escala (cidades, por exemplo) do que a solar. Nos últimos anos, alguns países europeus começaram a investir mais forte na tecnologia e a construir imensos complexos. Por exemplo na Alemanha gera já cerca de 30GW de energia com as suas turbinas, mais que o dobro da capacidade de Itaipu, ainda a maior central hidroeléctrica (A energia hidroeléctrica provém da força das águas, produzida através do potencial existente num rio, reflectido nos desníveis naturais ou artificiais</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">) do mundo. Qual então o problema da energia eólica? É que temos de admitir que algumas vezes temos bom vento, outras nem vê-lo. O desafio da eólica, é no armazenamento do excesso de energia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">A vodafone usa a energia eólica para alimentar a rede<span style="color:black;"></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A Vodafone anunciou nesta quarta-feira dia 1 de Outubro de 2008, que já começou a produzir energia eléctrica para a sua rede de comunicações móveis com a instalação de um sistema de microprodução eólica.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A introdução do novo sistema de geração de energia, em conjunto com outros programas na área da eficiência energética, vai permitir “obter reduções de 15% a 20%, tanto do consumo global das estações-base, como das emissões de CO<sup>2</sup>“, diz o comunicado divulgado pela companhia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A implementação deste projecto está em curso em 32 estações-base de telecomunicações da Vodafone no país todo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O sistema tem como principal elemento um aerogerador de 3,5 KW instalado na torre de telecomunicações que, a partir da energia do vento, fornece parte da electricidade necessária para o funcionamento normal dos equipamentos, incluindo a climatização do espaço em que se encontram.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">“A quantidade de energia produzida por uma turbina de 3,5 KW seria suficiente para alimentar uma habitação rural com um perfil normal de utilização de 4 pessoas”, afirma a companhia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">Turbinas eólicas provocam hemorragia nos morcegos</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Os morcegos encontram-se ameaçados pelas turbinas eólicas pois devido à rotação das lâminas, produzem uma alteração na pressão do ar e pode matar estes animais, de acordo com cientistas canadenses.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Os cientistas analisaram corpos dos morcegos encontrados mortos numa área de postes, para a produção de energia eólica, e concluíram que a maioria deles tinha ferimentos internos com hemorragias relacionados com a mudança repentina da pressão do ar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Os morcegos possuem mecanismos internos para evitar choques com as lâminas mas não conseguem detectar mudanças de pressão repentinas em torno das hélices.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Segundo os cientistas, os postes com turbinas causam mais problemas para morcegos do que para aves. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">&#8220;Uma queda na pressão atmosférica junto nas lâminas das turbinas eólicas é um perigo indetectável e potencialmente imprevisível para morcegos, embora explique apenas parcialmente o grande número de mortes entre morcegos nestas estruturas específicas&#8221;, disse <em>Erin Baerwald</em>, que chefiou uma equipa de pesquisa da Universidade de <em>Calgary</em>. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;font-variant:small-caps;"><span style="font-size:small;">Rotas de migração</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A morte de morcegos em fábricas de produção de energia eólica tem sido amplamente documentada na Europa e América do Norte. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Há cerca de dois anos, as Nações da Unidas concordaram formalmente em consciencializar os responsáveis por estas fábricas sobre os riscos, e encontrar formas de monitorar as rotas de migração de morcegos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">No ano passado, um projecto para a construção de uma fábrica de geração de energia eólica perto de <em>Bideford</em>, em Inglaterra, foi rejeitado por causa do potencial impacto sobre estes mamíferos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Mas, apesar disso, não se entendia bem como as turbinas afectavam estes animais. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A equipa de <em>Calgary</em> recolheu corpos das duas espécies de morcegos mortos numa fábrica de produção de energia eólica no sudoeste de <em>Alberta</em>. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Demonstraram que menos da metade tinha ferimentos externos, que podiam ter sido causados por colisão com as lâminas das turbinas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Mas cerca de 90% tinham hemorragias internas, principalmente no tórax um problema que causa pressão sobre os pulmões e pode ser fatal.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A teoria é que a pressão em volta de uma turbina eólica em movimento é menor do que a pressão exercida no ar mais distante. Um morcego que voa numa zona de baixa pressão tem os seus pulmões em expansão repentina, o que rebenta os vasos capilares do tecido à volta dos órgãos, dando início a uma hemorragia. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Aves, que têm pulmões mais rígidos e robustos, não passam pelo mesmo problema em caso de uma queda repentina de pressão. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">&#8220;Os morcegos são muito mais susceptíveis as lesões do que aves, e como mortes entre morcegos em turbinas eólicas são muito numerosos do que as mortes na maioria doutros lugares, concluímos que as fatalidades na proximidade dessas turbinas são agora um problema para morcegos, e não para aves&#8221;, disse <em>Baerwald</em>. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Alguns grupos de pesquisa encontram-se a estudar formas de manter os morcegos longe de fábricas de geração de energia eólica, e um grupo da Universidade de <em>Aberdeen</em>, na Escócia, sugeriu recentemente que emissões de radares podem agir como &#8220;espantalhos&#8221; para estes mamíferos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O estudo canadense foi noticiado na revista &#8220;<em>Current Biology</em>&#8220;. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">As centrais nucleares, que por quase 20 anos foram desmobilizadas pelos ambientalistas, começam agora a ser novamente aceites com bons olhos pelos governos, basicamente porque conseguem gerar muita energia num pequeno espaço e sem produzir poluição. A questão da segurança avançou bastante, sendo improvável o acontecimento de acidentes como o que atingiu a cidade ucraniana de Chernobyl, em 1987. O maior dos problemas é o que fazer com o lixo atómico, altamente radioactivo. Existem algumas alternativas tais como o Japão que já recicla o urânio utilizado com cada vez mais eficiência. Um estudo demonstrou que a troca de turbinas nas fábricas com mais de 20 anos poderá aumentar o fornecimento de energia em 8%, evitando-se assim a construção de novas fábricas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Hoje em dia fala-se na utilização das águas do oceano para produção de energia. Isto funciona da seguinte maneira. A água quente da superfície é puxada para uma câmara de alta pressão, de onde se extrai o vapor. Do outro lado, os circuitos puxam a água quase congelada do fundo. O encontro das duas águas faz com que o vapor se condense rapidamente, movimentando deste modo as turbinas que geram a electricidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"></span></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fjcdias.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fjcdias.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fjcdias.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fjcdias.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fjcdias.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fjcdias.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fjcdias.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fjcdias.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fjcdias.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fjcdias.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fjcdias.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fjcdias.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fjcdias.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fjcdias.wordpress.com/98/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=98&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Aquecimento global</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 08:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fjcdias</dc:creator>
				<category><![CDATA[PRA]]></category>

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		<description><![CDATA[No meu regresso (&#8230;), vindo (&#8230;), foi e será sempre com o intuito de (&#8230;), que na altura fui convidado. O barramento da minha disponibilidade, prende-se pelo facto de ter desenvolvido duas aplicações (&#8230;) e estas necessitarem de manutenção devido às constantes alterações quer de legislação ou de meios práticos. Aqui chegado verifiquei o obsoleto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=94&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:25.5pt;text-align:justify;margin:6pt 0 12pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">No meu regresso (&#8230;), vindo (&#8230;), foi e será sempre com o intuito de (&#8230;), que na altura fui convidado. O barramento da minha disponibilidade, prende-se pelo facto de ter desenvolvido duas aplicações (&#8230;) e estas necessitarem de manutenção devido às constantes alterações quer de legislação ou de meios práticos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:25.5pt;text-align:justify;margin:6pt 0 12pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Aqui chegado verifiquei o obsoleto parque informático (&#8230;) possui. Porque o orçamento de estado era pouco rico nas questões de aquisição de material informático, a (&#8230;), limitava-se a aceitar ofertas de entidades bancárias e outros, de material informático, que para eles estaria em desuso. Assim antevejo uma espécie de &#8220;<em>caridade do amigo-da-onça</em>&#8220;. Algumas empresas de má fé, enviavam computadores para outras entidades como uma doação. Lucravam assim no IVA pago, bem como não pagavam a reciclagem dos computadores, que há bem pouco tempo era pago, livrando-se assim de forma “<em>desonesta e ilegal</em>” de equipamentos que apenas serviam para reciclagem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:25.5pt;text-align:justify;margin:6pt 0 12pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Estas empresas inescrupulosas contam com a própria incapacidade dos departamentos em viabilizarem o uso imediato dos equipamentos, que acabam encostados sem que ninguém verifique sequer se eles realmente funcionam. E os que ainda têm condições de funcionar, deixarão logo de ter utilidade, graças ao ritmo alucinante da obsolescência técnica.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:25.5pt;text-align:justify;margin:6pt 0 12pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">É claro que hoje tudo mudou, apenas na questão da reciclagem, que é hoje em dia, gratuita.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:20pt;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Quem nunca ouviu falar em aquecimento global, provavelmente não vive neste planeta. Ok, o mundo está mais quente, isso é incontestável. Mas apesar de, já não se aguentar mais de ouvir falar no aquecimento global, devemos pensar que em pouco tempo a nossa vida irá ser imprevisível. Apesar disso podemos contar pelos dedos, as pessoas que: diminuíram o tempo dos banhos, por causa do consumo de água e electricidade; usaram a bicicleta em troca de carro, para redução da poluição; fazem reciclagem de lixo; doaram dinheiro a alguma sociedade de protecção à natureza e aos animais; etc. Inúmeras razões que poderia aqui apontar do qual são muito poucas as que fazem, e se o fazem, têm em atenção a diminuição dos euro nas suas facturas. Sejamos sinceros, quase ninguém contribui para a redução do aquecimento global, mas todos desejam com ardor que o mundo tenha salvação. Se o planeta encontra-se em rotura, como afirmam vários cientistas, porque não contribuímos com a nossa parte? Será que mesmo se não mudarmos os nossos hábitos dramaticamente, o planeta tem salvação? Sim possivelmente, até terá.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:20pt;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fjcdias.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fjcdias.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fjcdias.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fjcdias.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fjcdias.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fjcdias.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fjcdias.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fjcdias.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fjcdias.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fjcdias.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fjcdias.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fjcdias.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fjcdias.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fjcdias.wordpress.com/94/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=94&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O computador mais efeciente da história</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 08:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fjcdias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta imagem é de um painel de controlo do Apollo Guidance Computer , usado nos anos de 1969 a 1972. A sua capacidade era de 1 Mhz (mais de mil vezes inferior aos processadores actuais), com 1k de RAM e 16k de ROM, este último programado com o Colossus 249. Esta máquina, muito inferior a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=86&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><em><img class="size-full wp-image-88 alignleft" title="0-2-apollopanel" src="http://fjcdias.files.wordpress.com/2009/03/0-2-apollopanel.jpg" alt="Primeiro PC" width="191" height="248" /></em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;">Esta imagem é de um painel de controlo do <a href="http://infolab.stanford.edu/pub/voy/museum/pictures/display/0-2-Apollo.htm" target="_blank">Apollo Guidance Computer </a>, usado nos anos de 1969 a 1972. A sua capacidade era de 1 Mhz (mais de mil vezes inferior aos processadores actuais), com 1k de RAM e 16k de ROM, este último programado com o Colossus 249. Esta máquina, muito inferior a muitas máquinas calculadoras modernas, foi responsável, pela viagem de ida e volta à Lua.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;">Assim sendo, face às tecnologias aqui apresentadas que envolveram a informática, podemos vislumbrar os sucessos e fracassos de cada uma delas, a falta de ética com que agiram algumas delas para descobrirmos que tecnologias muitas vezes poderiam ter atendido alguma das nossas necessidades, porém foram esmagadas por uma destas corporações, que demonstraram somente a ânsia de obter hegemonia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;">Por conhecer mais, talvez possamos escolher melhor as tecnologias que farão ou fazem parte do nosso quotidiano na execução de tarefas que constituem necessidades, sabendo dizer “não” as regras ditadas por estas empresas que muitas vezes retêm tecnologias novas e criativas somente para não ameaçar a sua obsoleta tecnologia consolidada no mercado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;">Sabermos a existência de projectos criativos que por falta de condições financeiras não pode ir de encontro as poderosas corporações bilionárias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;">Ainda que seja difícil, sejamos profissionais e somente bons profissionais que não se preocupam em ganhar grandes somas de dinheiro, mas introduzir no mundo uma tecnologia que venha auxiliar a todos, como o fez Linus Torvalds (Linus Benedict Torvalds (Helsínquia, <a title="28 de Dezembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/28_de_Dezembro"><span style="color:black;text-decoration:none;">28 de Dezembro</span></a> de <a title="1969" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1969"><span style="color:black;text-decoration:none;">1969</span></a>) é o criador do <a title="Kernel" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kernel"><span style="color:black;text-decoration:none;">kernel</span></a> do <a title="Sistema operacional" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional"><span style="color:black;text-decoration:none;">sistema operacional</span></a> GNU/Linux, muitas vezes chamado simplesmente de &#8220;Linux&#8221;).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;">Porque conforme afirmado por um dos CEO’s (Chief Executive Officer (Diretor-Executivo ou Director-geral em português), mais conhecido como CEO, é um termo anglo-saxão (anglo-saxónico) para designar a pessoa com a mais alta responsabilidade ou autoridade em uma organização) destas grandes corporações, que tem medo dos jovens cheios de ideias nas suas “garagem”. E para assegurar que não serão ameaçadas absorvem estas pequenas empresas e tecnologias, mas não para se utilizar delas ou investir nelas, mas somente para apagá-las para não oferecerem risco.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;">Assim conclui-se então uma pequena parte de vasto e rico mundo da informática, expresso nestas páginas, e nas nossas vidas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fjcdias.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fjcdias.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fjcdias.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fjcdias.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fjcdias.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fjcdias.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fjcdias.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fjcdias.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fjcdias.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fjcdias.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fjcdias.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fjcdias.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fjcdias.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fjcdias.wordpress.com/86/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=86&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A história e evolução dos computadores</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 08:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fjcdias</dc:creator>
				<category><![CDATA[PRA]]></category>

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		<description><![CDATA[Os conceitos fundamentais Dados – Conjuntos de “informação em bruto” que, através de determinados processos, se transformam em informação. Processamento – Conjunto de operações lógicas e aritméticas que são aplicadas, de forma automática, sobre os conjuntos de dados, com o auxílio de equipamentos informáticos. Informações – Conjunto de resultados que são obtidos após um processamento. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=78&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Os conceitos fundamentais</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;">Dados</span></strong><span style="color:black;font-family:&quot;"> – Conjuntos de “informação em bruto” que, através de determinados processos, se transformam em informação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;">Processamento</span></strong><span style="color:black;font-family:&quot;"> – Conjunto de operações lógicas e aritméticas que são aplicadas, de forma automática, sobre os conjuntos de dados, com o auxílio de equipamentos informáticos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;">Informações</span></strong><span style="color:black;font-family:&quot;"> – Conjunto de resultados que são obtidos após um processamento.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;">Computador</span></strong><span style="color:black;font-family:&quot;"> &#8211; Para o tratamento dos dados e consequente utilização das informações, existem, a nível das tecnologias de informação, inúmeros componentes e equipamentos, dos quais o mais comum e conhecido é o computador.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Informática</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Ábaco</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O ábaco foi inventado pelos romanos (http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=891). E é justamente das pedrinhas que os formam que vêm palavras como contas, contar, cálculo e calcular. Há muitos anos, em 1541, os portugueses aportaram no Japão e levaram consigo os jesuítas munidos com os seus ábacos. Enquanto isso, no ocidente, a adopção dos algarismos arábicos levaram quase estes instrumentos ao esquecimento. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Imaginem ainda que quando Jesus nasceu em Belém realizava-se um censo e deviam existir formas dos romanos fazerem contas cujo fim não utilizavam os algarismos romanos. Nesse período já usavam ábacos, pois sempre foram muito organizados, inclusive, na cobrança de impostos e nas transacções comerciais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Há alguns historiadores que contam outra história, afirmando que o ábaco é chinês e que foi trazido pelas expedições de Marco Pólo. Esta versão, porém, não explica como é que os romanos conseguiam fazer contas complexas com os algarismos com que contavam.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Foi, efectivamente, a primeira calculadora que ajudou o homem a calcular de forma mais rápida. Será sempre o ponto de partida para o inventar de novas formas de calcular, mais fáceis e rápidas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1642: Máquina de somar de Blaise Pascal (Pascalina) </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Desenvolvida pelo matemático francês de 19 anos, Blaise Pascal.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O operador introduzia os algarismos a serem somados &#8220;discando-os&#8221; numa série de rodas dentadas, com algarismos de zero a nove impressos, de modo que os números a serem somados ficassem expostos num mostrador. Cada roda representava uma determinada coluna decimal – unidades, dezenas, centenas, e assim por diante. Uma roda, ao completar um giro, avançava um dígito na roda à sua esquerda, de ordem decimal mais alta. A máquina também executava outras operações por meio de um incómodo sistema de adições repetitivas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1672: Máquina de calcular de Leibnitz </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Inspirada na Pascalina (mas não tão bem sucedida).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Distinguia-se por possuir três elementos significativos. A porção aditiva era, essencialmente, idêntica à da Pascalina. No entanto Leibniz incluiu um componente móvel (precursor do carro móvel das calculadoras de mesa posteriores) e uma manivela manual, que ficava ao lado e accionava uma roda dentada – ou, nas versões posteriores, cilindros – dentro da máquina. Esse mecanismo funcionava, com a componente móvel, para acelerar as adições repetitivas envolvidas nas operações de multiplicação e divisão. A própria repetição tornava-se assim automatizada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1791-1871: Máquinas de Babbage</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Charles Babbage (1791-1871) foi um inventor e matemático Britânico. Em 1821, frustrado com os muitos erros encontrados nos cálculos manuais, começou a pensar em formas de efectuar cálculos com recurso a dispositivos mecânicos. Esta situação levou-o a desenhar um conjunto de “motores” de cálculo aritmético e “computacional”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Em 1833 constrói a “<em>analytical engine</em>”, antepassado dos computadores. Era programada por cartões perfurados, tinha &#8220;memória&#8221; e um processador (designado moinho).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Tear de Jacquard: O Legado dos Tecelões de Seda</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O grande avanço seguinte nada teve a ver com números &#8211; pelo menos no início. Durante o século XVIII, os tecelões de seda franceses experimentaram vários métodos para guiar os seus teares no meio das fitas perfuradas, cartões perfurados ou tambores de madeira. Nos três sistemas, a presença ou ausência de orifícios criava padrões no tecido por meio do controle da maneira pela qual os fios eram levantados ou abaixados. Em 1804, <em>Joseph Marie Jacquard</em> construiu um tear inteiramente automatizado, que podia fazer desenhos muito complicados. Esse tear era programado por uma série de cartões perfurados, cada um deles controlando um único movimento da lançadeira. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Para produzir um novo padrão, o operador simplesmente substituía um conjunto de cartões por outro. O tear de <em>Jacquard</em> revolucionou a indústria da tecelagem e, em nas suas características essenciais, é ainda usado actualmente. Os cartões perfurados, no entanto, estavam destinados a produzir seu maior impacto na programação de computadores.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1890: Cartões perfurados</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Os cartões perfurados são utilizados no censo dos E.U.A., onde foram codificados um ano antes pelo estatístico <em>Herman Hollerith</em> que consegue reduzir dos tradicionais 8 anos para menos de 3 anos, o processamento do censo norte-americano;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Cada cartão tinha doze fileiras de vinte orifícios, e eram perfurados para registrar dados sobre idade, sexo, país natal, número de filhos, profissão, estado civil e tudo o mais que o censo desejava saber sobre a população dos Estados Unidos. O pessoal que fazia a recolha dos dados e levava os formulários, onde eram registadas as respostas às perguntas. Esses formulários eram enviados a <em>Washington</em>, onde as informações eram transferidas aos cartões perfurando os orifícios apropriados. Introduzidos em outro dispositivo fixado na máquina tabuladora, os cartões perfurados eram então pressionados contra fileiras de pinos estreitos, um para cada um dos 240 itens de um cartão, quando um pino encontrava um orifício, atravessava-o mergulhando num pequeno recipiente com mercúrio, desse modo, fechava um circuito eléctrico, que fazia com que um indicador, no banco de mostradores do registador, se deslocasse uma posição para a frente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1924: Impressora de cartões perfurados IBM Carrol</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Este cilindro de impressão de três polegadas e meia pertence à primeira máquina que produziu comercialmente a alta velocidade cartões perfurados &#8211; a impressora <em>Carroll</em> desenvolvida pela IBM em 1924.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1944: Harvard Mark 1</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Calculadora mecânica e eléctrica que pesava 15 toneladas. Nos 15 anos de serviço, produziu tabelas com fins militares e científicos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1ª Geração</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Principais características</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 71.45pt;"><span style="color:black;font-family:Symbol;"><span><span style="font-size:small;">·</span><span style="font:7pt &quot;">        </span></span></span><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Válvulas electrónicas</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 71.45pt;"><span style="color:black;font-family:Symbol;"><span><span style="font-size:small;">·</span><span style="font:7pt &quot;">        </span></span></span><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Armazenamento: banda magnética, disco magnético</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 71.45pt;"><span style="color:black;font-family:Symbol;"><span><span style="font-size:small;">·</span><span style="font:7pt &quot;">        </span></span></span><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Memória principal: ferrite magnética</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 71.45pt;"><span style="color:black;font-family:Symbol;"><span><span style="font-size:small;">·</span><span style="font:7pt &quot;">        </span></span></span><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Introdução da programação </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 71.45pt;"><span style="color:black;font-family:Symbol;"><span><span style="font-size:small;">·</span><span style="font:7pt &quot;">        </span></span></span><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Introdução da comunicação</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1946: Válvulas electrónicas</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Inicialmente desenvolvida para a indústria radiofónica.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Possibilitou cálculos milhares de vezes mais rápidos do que com os anteriores electromecânicos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1946: ENIAC (Electronic Numerical Integrator And Calculator)</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Primeiro computador digital electrónico, com dezoito metros de comprimento por dois metros e meio de largura (aproximadamente um terço da área de um campo de futebol)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O ENIAC foi construído com <strong>17468 tubos de vácuo</strong>, <strong>70000 resistências</strong>, <strong>10000</strong> <strong>condensadores</strong>, <strong>1500 relés</strong> e <strong>6000 interruptores</strong>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O ENIAC pesava <strong>30 toneladas</strong>, consumia <strong>200 000 watts</strong> de potência e <strong>ocupava várias salas</strong>. Quando em operação produzia tanto calor que necessitava de um sistema de ar forçado para arrefecimento. Era tão grande que tinha de ser disposto em U com três painéis sobre rodas, para que os operadores se pudessem mover à volta dele.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Tinha 20 registos de dez dígitos cada, onde se podiam efectuar somas, subtracções, multiplicações, divisões e raízes quadradas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Tinha a capacidade para reter em memória setenta e quatro números de vinte e três algarismos, efectuava 5000 adições ou 300 multiplicações por segundo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Existia uma <strong>equipa de 80 mulheres</strong> na Universidade da Pensilvânia cuja função era calcular manualmente as equações diferenciais necessárias para os cálculos de balística. O exército chamava à função destas pessoas: <strong>computadores</strong>. Quando o ENIAC ficou pronto </span><a href="void(0)"><span style="color:black;text-decoration:none;"><span style="font-size:small;">6 mulheres computador </span></span></a><span style="font-size:small;">foram escolhidas para testarem a nova máquina.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Curiosamente, o termo deixou de estar associado às pessoas que operavam a máquina para dar nome à máquina propriamente dita, uma vez que de facto a máquina passou a realizar as contas que antes eram realizadas por essas pessoas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1948: Manchester Mark1</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Primeiro computador a funcionar com um programa armazenado, de acordo com o modelo de <em>Von Newman</em>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><em><span style="color:black;font-family:&quot;">Von Newman</span></em><span style="color:black;font-family:&quot;"> propôs que a memória do computador deveria desenvolver-se de forma a armazenar um programa, constituído por um conjunto de instruções codificadas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1951: UNIVAC I</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Primeiro computador de uso geral a ser comercializado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Desenvolvido por <em>Eckert</em> e <em>Mauchy</em>. Tinha 5000 válvulas, fazia a adição em 0,5 ms e a multiplicação em 2 ms. Possuía a entrada e saída de dados em banda magnética</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1955: Banda magnética</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Nos anos 50 foi necessário encontrar novos métodos para armazenamento de maior número de dados</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">2ª Geração</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Principais características</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 35.45pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Transístores</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 35.45pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Evolução das soluções de equipamento</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 35.45pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Evolução da programação</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;">1957: Transístores</span></strong><strong><span style="color:black;font-family:&quot;"></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Com apenas 1/200 do tamanho de uma das primeiras válvulas e consumindo menos de 1/100 da energia, o transístor viu o seu uso generalizado nos computadores por volta de 1960. A função básica do transístor num computador é o de um interruptor electrónico para executar operações lógicas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">3ª Geração</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Principais características</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 36pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Introdução dos circuitos integrados</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 36pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Criação de minicomputadores</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 36pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Utilização em tempo partilhado</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 36pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Introdução do conceito de compatibilidade</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 36pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Programação em <em>assembly</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 36pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Desenvolvimento de software</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 36pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">• Evolução dos diversos componentes</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1964: “Família” IBM/360</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Primeira grande “família” de computadores.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Compatibilidade entre máquinas da família.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Usa tecnologia SLT (<em>Solid logic Technology</em>) foi a primeira produção em micro miniatura automática, de grande volume, de circuitos com semi-condutores. Montados em módulos de cerâmica de ½ polegada quadrada, os circuitos SLT eram mais compactos, mais rápidos e necessitavam de menos energia do que a geração anterior de transístores.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">4ª Geração</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Principais características</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 63pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">•<span> </span>Introdução dos microprocessadores</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0 63pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">•<span> </span>Desenvolvimento dos computadores pessoais</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 81pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">•<span> </span>Evolução dos dispositivos diversos componentes (hardware e software)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1970: Microprocessadores</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Evolução vertiginosa desde a sua introdução</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">1971: Discos flexíveis (floppy disks)</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O primeiro disco magnético flexível, ou «diskette», da indústria, foi apresentada pela IBM em 1971.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Estes discos flexíveis (<em>floppy disks</em>) melhoravam consideravelmente o manuseamento dos dados. Hoje em dia são largamente utilizados em pequenos sistemas como meio de armazenamento básico.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><strong><span style="color:navy;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">5ª Geração</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Principais características</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 81pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">•<span> </span>Inteligência artificial</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 81pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">•<span> </span>Reconhecimento de voz</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 81pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">•<span> </span>Sistemas inteligentes</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0 81pt;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">•<span> </span>Redes neuronais</span></span></p>
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		<title>O meu primeiro contacto com os computadores</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 08:26:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fjcdias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O meu primeiro contacto com os computadores acontece no início dos anos 90. Era casado e como oferta de aniversário a minha mulher oferece-me um PC. Um magnífico e rapidíssimo 286, com 640Kb de RAM. “Uhau” que máquina. Trabalhava ela na firma CEI, Centros de Estudos Informáticos, onde através de um crédito para funcionários acaba [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=72&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:25.5pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O meu primeiro contacto com os computadores acontece no início dos anos 90. Era casado e como oferta de aniversário a minha mulher oferece-me um PC. Um magnífico e rapidíssimo 286, com 640Kb de RAM. “Uhau” que máquina. Trabalhava ela na firma CEI, Centros de Estudos Informáticos, onde através de um crédito para funcionários acaba por adquirir a minha prenda. Nem conseguia dormir com aquela maravilhosa prenda, mas também pelos 650.000$00 (3.250,00€), preço pago pelo computador e que naquela altura era uma pequena fortuna.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:25.5pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:&quot;">O Sistema Operativo (</span><em><span style="font-family:&quot;">O Sistema Operacional é um conjunto de programas que permitem a criação e manutenção de arquivos, execução de programas e utilização de periféricos tais como: teclado, vídeo, unidades de disquete, impressora. O Sistema Operacional serve também de intermediador entre os aplicativos e o computador, pois é ele que coloca os programas na memória para que sejam executados</span></em><span style="color:black;font-family:&quot;">) do computador era o MS-DOS 4.0 &#8220;<em>Disk Operating System</em>&#8221; ou em português o Sistema Operacional de Disco. Quanto ao Windows era aquele velho mas funcional software WINDOWS 3.0 que era utilizado em computadores 286 e 386, cujo lançamento fez correr muita tinta, mas não teve grande aceitação, por parte do público. Havia um processador de texto de nome Works 1.0. Eu delirava-me escrever textos com várias corres, desde legislação até algumas participações para o meu serviço. O problema é que a minha impressora apenas imprimia a preto. Era aquela maravilhosa Epson 750C matricial. Acordava os vizinhos quando imprimia. Nessa altura utilizava muito o computador especialmente para jogos e algum processamento de texto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:25.5pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Evolui bastante na questão de PC’s, desde formador de utilizadores de informática até programação em linguagens Clipper, Visual Basic, Asp, PHP, Cobool etc. Assim e porque a evolução da informática é relativamente uma história muito recente, merece por mim uma explicação na sua evolução.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:25.5pt;text-align:justify;margin:6pt 0 0;"><span style="color:black;font-family:&quot;"></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fjcdias.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fjcdias.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fjcdias.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fjcdias.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fjcdias.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fjcdias.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fjcdias.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fjcdias.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fjcdias.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fjcdias.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fjcdias.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fjcdias.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fjcdias.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fjcdias.wordpress.com/72/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fjcdias.wordpress.com&amp;blog=7005838&amp;post=72&amp;subd=fjcdias&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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